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Os R$ 2,7 milhões gastos por ano com os conselheiros afastados do TCE do Rio

Em meio ao lamaçal financeiro em que o Rio se encontra, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) tem atuado normalmente, tanto é que, como antecipado aqui, rejeitou as contas de 2019 de Wilson Witzel ao constatar irregularidades.
Ou seja: não faz falta a ausência de cinco conselheiros presos, em 2017, na Operação Quinto do Ouro, por suspeita de participação num grande esquema de propina.
São eles: Aloysio Neves, Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, José Maurício Nolasco e Marco Antônio Alencar.
Só que…
Essa turma hoje afastada do TCE responde em liberdade às acusações. Mas, no bem-bom em casa, continuam a receber seus salários. Em maio, cada um teve direito à remuneração básica de R$ 35,4 mil.
Somados alguns direitos extraordinários, teve gente ganhando R$ 50 mil bruto.
Esses gastos somados representam algo em torno de uns R$ 2,7 milhões por ano, sem contar o 13º  dinheiro meu, seu, nosso.

 

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