Rio de Janeiro

Os vereadores cariocas citados na delação de Lélis Teixeira

Lélis Teixeira contou em sua delação que a Fetranspor gastava cerca de R$ 400 mil mensais em propinas com a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.

Até 2015, quando os pagamentos cessaram, os vereadores recebiam R$ 6 mil por mês, valor que subiu para R$ 8 mil, para que atuassem em favor do setor de ônibus.

No entanto, presidentes de comissões ganhavam o dobro, e o presidente da Casa um valor ainda maior, que não foi revelado pelo delator.

Lélis contou ainda que, para não chamar atenção, os valores passaram a ser acumulados e pagos a cada três meses.

Foram citados, como aqueles que recebiam mesadas, os vereadores: Jorge Felippe, Ivan Moreira, Jimmy Pereira, Jorge Braz, Jorginho do SOS, Luiz Carlos Ramos, Marcelino D’almeida, Renato Moura, Sebastião Ferraz, Vera Lins, Marcelo Piuí, Verônica Costa e Jorge Mauro.

Os pagamentos seriam feitos por Otacílio Monteiro, ex-vice-presidente da Fetranspor, e Enéas Bueno, diretor da instituição.

Jorge Felippe (MDB) – atual presidente da Câmara
Ivan Moreira – ex-presidente da Câmara, atual Conselheiro do Tribunal de Contas do Município
Jimmy Pereira (PRTB) – ex-vereador, presidente estadual do PRTB
Jorge Braz (Republicanos) – deputado federal, bispo da IURD
Jorginho do SOS (Republicanos) ex-vereador
Luiz Carlos Ramos (PR) – deputado federal
Marcelino D’almeida (PP) – vereador
Renato Moura (PDT) – Secretário municipal de desenvolvimento, emprego e inovação
Sebastião Ferraz (MDB) – ex-vereador
Vera Lins (PP) – vereadora
Marcelo Piuí (PHS) – vereador
Verônica Costa (MDB) – vereadora
Jorge Mauro – ex-vereador

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