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Rio de Janeiro

Paes não acredita em Réveillon com praia cheia por conta de restrições de acesso à Copacabana

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse nesta terça-feira que se preocupa com o risco de aglomeração na praia no dia de Réveillon, mas acredita que a praia será o menor dos problemas na virada. De acordo com o político, será mais difícil ir à praia no dia 31 do que no último final de semana, quando a orla registrou um grande número de banhistas. A fala aconteceu durante apresentação de balanço do seu primeiro ano de gestão, no Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul.
“Teve mais gente podendo ir à praia no domingo passado do que terá durante a noite do Réveillon. Teve ônibus normal, metrô, circulação de veículos e tudo mais. Na virada não vai ter nada disso. Pelo contrário, há um profundo desestímulo da nossa parte. Eu entendo que o mais importante é ter a imagem icônica que roda o mundo da Praia de Copacabana com seus fogos icônicos”, disse Paes.
Apesar de ter mantido a queima de fogos, o prefeito comentou também a tristeza por não ter conseguido manter os shows musicais marcados para a data. “É claro que estou triste com isso. Não vou fazer o show da Anitta, que a gente queria, vou ter que exigir passaporte”, concluiu.
Segundo Paes, a situação do mundo quanto ao aumento de casos causados pela variante ômicron da Covid-19 impõe cautela, por isso é impossível ignorar os riscos.  “O Rio de Janeiro é uma cidade que abraça e comemora. Não há nada mais anticarioca do que esse covid”, avaliou.
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